Sunday, June 06, 2004

SILÊNCIO

Gostei do que vi, e no silêncio da noite me perdi.
A noite e eu confabulamos e trocamos figurinhas incríveis. Nao posso deixar de lembrar o poema que escrevi tempos atrás.

Silêncio.
Sons num desencontro constante
Penetram a quietude da noite .
Silêncio.
Automóveis que passam, freadas distantes
Encontram eco no vácuo sem fim.
Silêncio rompido.
Angústia que aperta com força o peito sofrido
E o medo atroz, da incerteza, advém.
Silêncio outra vez.
A presença de alguém que regressa sem pressa .
Sons da esperança que acorda em mim.
Silêncio sem fim.

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