Ora, pitangas...
Meg é leitora assídua de minhas escrivinhações. Em outros tempos, quando ousava publicar meus textos semanalmente no jornal de "minha santinha", ela era a primeira pessoa que me ligava para fazer o comentário. Não que fosse uma expert literária, mas tinha sensibilidade suficiente para interpretar meus escritos com comentários inteligentes e por vezes jocosos. Talvez porque nossa amizade vem de longa data e a convivência nos fez mais amigas, quase irmãs. Achei interessante enviar a ela o texto do meu Blog - fora da berlinda para internautas curiosos, pois não me atrevo a divulgar meus mais íntimos pensares - com raríssima exceção), e ainda acrescentei que no passeio ao sítio das amoras, alguns insetos até agora não identificados, me picaram vorazmente. Tanto que hoje vou ao dermatologista para conferir o estrago. Meg surpreendeu-me com este sucinto mail:
"...pena que, sempre que, são as tias que vão lá, os insetos ficam bem assanhados e atacam! Na terça, eu e o jardineiro que estava cortando a grama (eu estava comendo mais amoras *loucamente*), fomos atacados por abelhas e tivemos que dar no pé!!! Levei umas picadas, mas não deu em nada, Mas... as amoras!!! dois dias seguidos de exagero, queimaram a minha boca! Foi muito ácido! Estou com os lábios e a gengiva bem queimados e inchados. As tuas picadinhas fazem parte do cenário bucólico! Devemos nos prevenir da próxima vez. Repelentes ou talvez mais * charmy* : tochas de Fumeta! Qué,qué ,qué...Gostei do texto! Já enviei pra Vivian". (Filha da Meg que mora em Taipé). "Ela gosta de saber o que nós aprontamos!Saudações carinhosas, da Meg.PS. Nossa próxima excursão será para comer pitangas!(Sem picadinhas). Avisarei..."
Pois é, um convite como este é irrecusável. Estou torcendo para que as frutinhas capitosas amadurem rapidamente. Oxalá não precisemos chorar as pitangas por picadas indesejáveis...

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