Heureca
De repente, descobri um programa muito útil que será,daqui pra frente, a ferramente indispensável para incrementar meu blog. Repararam como ele está bonitinho?
Pois é, achei que umas fotos tornariam meu blog mais interessante. Conversa vai, conversa vem em final de domingo, Lu, Tony e Gui perceberam meu interesse pelas novidades que a internet oferece e pincelaram os passos que eu deveria seguir para não errar. E parece que deu certo, mesmo. Simplesmente fazer o download do programa Picasa. Fiz. O resultado foi imediato. Vocês não acham ?
Assim saio de meu silêncio e me exponho, sem medo, com toda liberdade, livre para voar e compartilhar com vocês pedacinhos de meus momentos felizes. Acho que tenho sido muito egoísta guardando para mim tantas emoções . Hoje, último dia da Feira do Livro, foi um inesperado assim. Assisti ao concerto de encerramento, apresentado pelo Coral e Orquestra da PUCRS. O Teatro Sancho Pança estava lotado e o cenário, Armazém do cais do porto, junto ao Guaíba era perfeito. Dia de sol. Uma viagem fantástica através da música dos mestres Beethoven, Leoncavallo, Lehar, Strauss e Ketelby me conduziu à França, Rússia, Viena, Alemanha e Itália com retorno garantido aos pagos gaúchos do folclore do Balaio, Pezinho e Prenda Minha. A regência impecável e vibrante de Frederico GerlingJunior contagiou a platéia desde os primeiros acordes. A sábia plenitude dos 81 anos do maestro, deu inveja a muitos jovens/velhos que, incrédulos, acompanhavam gestos e ritmos importados para momento tão especial. Quanta emoção. A música penetrava em meu ser por todos os poros. Magia e encantamento me conduziram aos recantos maravilhosos do velho mundo, onde estive recentemente. Já comentei sobre minha viagem, mas de repente, tudo passa a ser uma misturança de fatos, feitos, fotos , feitiço e fantasias que deixaram de ser sonho , pois já fazem parte da minha nova história, aquela que estou vivendo agora e que será tema de meus escritos, daqui pra frente. Me aguardem. Tenho muito a contar para vocês. Saindo da concha, foi o primeiro texto que escrevi quando publicava crônicas no jornal local de minha cidade natal. Mas isto foi há bastante tempo. Agora não é mais o que foi. Estou feliz. Não reparem minha euforia. Heureca.






