SENTIMENTOS
Gostaria de dizer o que sinto, mas não sei explicar direito. É uma vontade grande que tenho de me perder e logo em seguida, me reencontrar.
Deixei-me cativar por ti, amigo. Teu jeito manhoso, de leãozinho, olhando-me demoradamente, atraiu minha atenção. Depois paraste para me ouvir, deixando-me desabafar, calando e me compreendendo.
Precisava de ti e mesmo não querendo, deixei-me envolver pela tua presença marcante.
Chegaste quando eu não pensava encontrar ninguém. Sozinha estava, desviando a mente para outras direções. No cruzamento encontrei-te. Parei. Não estavas na contramão.
Outras vezes nossos caminhos cruzaram. Foi por acaso? Algumas vezes sim, outras não...
Briguei comigo mesma para reprimir os sentimentos que brotavam em mim. Reprimir, reprimir, sublimar, sublimar.
Acho que não estou mais para encarar repressão e muito menos o pode ou não pode, de quem quer que seja. Pode , sim; posso sim.
Quero viver. Viver na plenitude de meu ser, como mulher, como ser humano, como alguém que merece um pouco de felicidade.
Me deste teu abraço e quase me sufocaste. Me senti bem. Teu carinho, tuas carícias e sussuros me arrepiaram e me deram prazer. Não tenho medo e no fundo , no fundo, era tudo o que eu queria.
E quero mais.
Me dei pra ti.

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